Depois do mês inteiro do orgulho LGBT sem postar quase nada no feed nas redes sociais, na última semana eu me peguei refletindo nessa expressão, e sobre o tanto que ela é apropriada.
Como sempre, o meu pensamento começou nos aspectos concretos, imaginando a situação ao pé da letra:
Estando dentro de um armário, as pessoas conseguem ver como realmente se é?
Quando se tenta falar algo de dentro de um armário, as pessoas que estão lá fora vão ouvir essa voz e entender direito?
Mesmo se você levar alguém lá dentro, esse alguém, nesse lugar tão apertado e pouco iluminado, vai conseguir conhecer plenamente e se sentir confortável lá nesse espaço limitado?
A imaginação partiu do concreto, mas fez todo sentido possível:
Não se vive plenamente sem ser quem se é.
Sem estar em sintonia consigo também não é possível compartilhar em sintonia com o outro.
“Ser quem se é também é um ato de cuidado”
#saúdemental
#orgulholgbt
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